PROJETO SER SOLIDÁRIO - GENTILEZA GERA GENTILEZA

 
 
 Autor: Texto escrito por Juliana Galdino Profª. Matemática - Búzios
 
PROJETO SER SOLIDÁRIO - GENTILEZA GERA GENTILEZA
 
Gentileza gera gentileza. Eis uma verdade. Eu sei, parece clichê, parece auto-ajuda, parece simplista. Todavia, é uma verdade, e as verdades, por mais óbvias que pareçam, às vezes precisam ser ditas. Gentileza gera gentileza.
E o que é ser gentil? É difícil definir o que é ser gentil afinal cada pessoa gosta de uma coisa, a cada pessoa uma coisa agrada. Cada um tem uma definição de “gentil”. Contudo, certas características são bastante comuns às pessoas gentis e vou tentar expô-las aqui.
Ser educado é uma delas. “Com licença”, “por favor”, “obrigada”. Uma pessoa gentil sempre usa essas palavras. E mais: pessoas gentis sabem como fazer essas palavras soarem mais do que simples convenção.
Sorrir é uma característica comum das pessoas gentis. De que adianta dizer: “Com licença”, se a tua expressão está dizendo: “Se você não sair da minha frente eu passo por cima!”. Sorria pelo simplesmente porque é bom sorrir. Sorria porque é bom sorrir. Sorria porque é bom ver outras pessoas sorrindo para você. Ou sorria por simples gentileza – uma hora o sorriso que era apenas um ato gentil, acaba se tornando uma expressão de alegria.
Pessoas gentis não aceitam maus-tratos. Ser gentil não é “engolir sapos” nem “levar desaforo para casa”. Ser gentil é saber que “gentileza gera gentileza”, assim como “aspereza gera aspereza”. Se alguém foi áspero contigo, seja gentil com ele, e quebre uma cadeia de agressividade. Ser gentil é saber colocar-se no lugar do outro para encontrar a melhor forma de responder a uma indelicadeza, sem ser indelicado, mas deixando claro que não gosta de ser tratado de tal forma.
Ser gentil é saber expor sentimentos.
Ser gentil é saber elogiar. É descobrir que elogios existem para ser usados. É reparar nas qualidades das pessoas que estão ao nosso redor. É dizer para elas que estamos prestando atenção nos seus pequenos atos, e que as coisas positivas que elas fazem são muito importantes para nós. Assim como devemos dar apoio para que os erros possam ser corrigidos, devemos dar valor para as coisas positivas. Não elogie por elogiar, seja sincero. Entretanto, não fique esperando para fazer um elogio, aprenda a descobrir qualidades.
Ser gentil é mais que uma característica, é uma atitude perante a vida.
 
Texto escrito por Juliana Galdino Profª. Matemática – Búzios
Adaptação Carine Damas Vieira Saraiva (Psicóloga – Cabo Frio e Búzios)
 

 

Olá queridos, agora que as crianças terão uns dias de folga, e vocês também, achei que gostariam de ler este texto e quem sabe, refletir um pouco sobre a importância da leitura na vida de nossos filhos. Com carinho da Tia Elzinha e equipe.
 
"O Judeu de Bethesda"
 
Último dia de aula na escola “Walt Whitman”, situada num sofisticado bairro de Washington, considerada uma das melhores dos Estados Unidos. Os alunos voltam para casa sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém - comprados. Chama o filho, esparrama os livros sobre a mesa e começa a montar, com ele, o cronograma de leituras para aquele período. Ler livros, glorificar livros, é uma tradição judaica milenar, que segundo uma pesquisa de estudiosos americanos, as “vantagens acadêmicas” acumuladas por alunos até o 9º ano, onde as famílias valorizam a compra de livros, “advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias”.
Pais interessados e comprometidos com a educação de seus filhos podem fazer o mesmo. Somente o livro que é lido é CULTURA. Não adianta termos estantes cheias de livros e não procurarmos desenvolver, com os filhos, o prazer pela leitura e darmos o exemplo, que é essencial. “Numa família onde os filhos não vêem as pessoas envolvidas com a leitura de jornais, revistas e livros, dificilmente gostarão de ler”. A força não adianta nada, o tiro pode sair pela culatra. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão da criança. Quem sabe agora vamos arranjar um tempinho para essa atividade tão prazerosa e enriquecedora?

P.S.:Texto de Cláudio Moura Castro - Revista Veja - adaptado por tia Elzinha

 

LITERATURA / LIVROS PARADIDÁTICOS / 2009

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