ESTILOS PARENTAIS : UMA REFLEXÃO SOBRE
A ARTE DE EDUCAR FILHOS

A criatividade implica não só gerar novas idéias, mas também escapar das velhas.

REALIDADE ATUAL

1. Mudança na natureza da criança e do adolescente.
2. Dificuldade em aprender lições do coração.
3. Inabilidade para lidar com a ansiedade e depressão aumenta o risco de abuso de drogas e álcool no futuro.

CONSEQÜÊNCIA

1 - Maior exigência sobre a ação dos pais e educadores.
2 - Ensinar noções emocionais e sociais básicas .
3 - Aproveitar ao máximo momentos de convivência para exercitar habilidades humanas com a criança e o adolescente.

O QUE É SER UM PREPARADOR EMOCIONAL?

É alguém preocupado com:
1º as interações emocionais
2º a comunicação emocional
3º imposição de limites
 
PAI
Percebe os sentimentos dos filhos, compreende, tranqüiliza e guia.
 
FILHO
Adquire capacidade de controlar os impulsos, de automotivação e de lidar com frustrações.

PREPARADORES EMOCIONAIS

       ÓTIMOS      X     PÉSSIMOS

     Orientam os          Não orientam
      alunos no               os alunos.
     mundo da
      emoção.
 
Como preparadores físicos, os pais preparadores emocionais ensinam aos filhos estratégias para lidar com situações de conflito.
Não se opõem a manifestações de raiva, medo ou tristeza.
Os pais preparadores emocionais aceitam as emoções negativas como algo que faz parte da vida e aproveitam os momentos de conflito para ensinar lições de vida e tornar-se mais íntimos dos filhos.

ESTILOS INADEQUADOS PARA DESENVOLVER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – DESAPROVADOR

1. Preocupa-se demais em controlar.
2. Repreende , disciplina e castiga constantemente.
3. Acha que manifestações de emoções negativas devem ter limite de tempo.
4. Considera que emoções enfraquecem as pessoas.

ESTILO PERMISSIVO

1. Aceita livremente qualquer expressão de emoção.
2. Dificilmente orienta o comportamento.
3. Não impõe limites.
4. Não ajuda a resolver problemas.
5. Sabe reconfortar quem expressa emoção negativa.

ESTILO SIMPLISTA

1. Não dá importância aos sentimentos
2. Tenta distrair para fazer esquecer.
3. Sente-se constrangido e ansioso com as emoções negativas.
4. Acha que superar a emoção é mais importante que o significado dela.

CINCO PASSOS PARA A PREPARAÇÃO EMOCIONAL

1. Perceber a emoção do filho.
2. Reconhecer a emoção como uma oportunidade de intimidade e transmissão de experiência.
3. Escutar com empatia, legitimando os sentimentos do filho.
4. Ajudar o filho a nomear e verbalizar as emoções.
5. Impor limites e, ao mesmo tempo, ajudar o filho a resolver seus problemas.

COMPLICADORES

• FALTA DE TEMPO / EXCESSO DE TRABALHO DOS PAIS
• EXPOSIÇÃO DO FILHO AOS GRUPOS SOCIAIS DE CONVÍVIO ( FAMILIARES)
• IRRITAÇÃO OU CANSAÇO DOS PAIS
• COMUNICAÇÃO INADEQUADA

EXIGÊNCIAS

• PERCEPÇÃO
• AUDIÇÃO EFICAZ
• COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL
 

 

Olá queridos, agora que as crianças terão uns dias de folga, e vocês também, achei que gostariam de ler este texto e quem sabe, refletir um pouco sobre a importância da leitura na vida de nossos filhos. Com carinho da Tia Elzinha e equipe.
 
"O Judeu de Bethesda"
 
Último dia de aula na escola “Walt Whitman”, situada num sofisticado bairro de Washington, considerada uma das melhores dos Estados Unidos. Os alunos voltam para casa sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém - comprados. Chama o filho, esparrama os livros sobre a mesa e começa a montar, com ele, o cronograma de leituras para aquele período. Ler livros, glorificar livros, é uma tradição judaica milenar, que segundo uma pesquisa de estudiosos americanos, as “vantagens acadêmicas” acumuladas por alunos até o 9º ano, onde as famílias valorizam a compra de livros, “advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias”.
Pais interessados e comprometidos com a educação de seus filhos podem fazer o mesmo. Somente o livro que é lido é CULTURA. Não adianta termos estantes cheias de livros e não procurarmos desenvolver, com os filhos, o prazer pela leitura e darmos o exemplo, que é essencial. “Numa família onde os filhos não vêem as pessoas envolvidas com a leitura de jornais, revistas e livros, dificilmente gostarão de ler”. A força não adianta nada, o tiro pode sair pela culatra. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão da criança. Quem sabe agora vamos arranjar um tempinho para essa atividade tão prazerosa e enriquecedora?

P.S.:Texto de Cláudio Moura Castro - Revista Veja - adaptado por tia Elzinha

 

LITERATURA / LIVROS PARADIDÁTICOS / 2009

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