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O saber é essencial, portanto estudo não se negocia. O filho tem que estudar e ponto. Mas como organizar esse momento? Aí cabe a possibilidade de negociar horários com os pais.
Nas famílias onde o estudo tem valor, a cultura é privilegiada, os pais compram livros e revistas interessantes e lêem jornal; raro são os filhos que não gostam de estudar.
Nessas duas semanas de recesso, preocupados com a falta das aulas, enviamos atividades de revisão para serem feitas em casa e percebemos a preocupação de muitas famílias em fazerem com que seus filhos cumprissem com as determinações da escola. Alguns alunos retornaram sem as atividades.
O melhor estímulo para aprender é a curiosidade. Podemos estimular a curiosidade de nossos filhos perguntando sobre as regras de um jogo de que eles gostam, o que achou do enredo de um filme que assistiu, como foi o dia de aula e o que ele aprendeu de interessante, etc. Eles gostam de demonstrar conhecimentos bem como de exibir suas habilidades manuais e intelectuais.
Educação é qualidade de vida e saúde social. Em banheiros públicos ou nos da escola, os que têm mais educação, respeitam o espaço, consomem menos papel e os usados, jogam na lixeira, se preocupam com o gasto de água etc. Quer dizer, quem tem cultura e educação tem mais saúde social e tudo isso cabe aos pais incentivar e cobrar.
Se os pais querem que os filhos se saiam bem na escola, é essencial que os estimulem a tirar proveito do estudo feito em casa, sem o que, não haverá a fixação daquilo que o professor ensinou em sala. Após as tarefas feitas, pergunte de que se trata para saber se entendeu, evitando assim o decoreba.
"Se o aluno sabe estudar, aprendeu estudando. Ninguém pode estudar por ele."
Carinhosamente,
Tia Elzinha
P.S.Extraído do livro “Quem ama educa” de Içami Tiba, adaptado por Tia Elzinha.
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